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Meta aposta tudo no Muse e leva assistente de IA para os óculos inteligentes

Verificado Fonte: TechCrunch AI 24 set 2026

Durante a keynote de abertura do Connect 2026, em Menlo Park, Mark Zuckerberg deixou claro o rumo da empresa: o agente de IA Muse deixou de ser um projeto experimental e virou peça central da estratégia da Meta. O executivo apresentou uma série de novidades que ampliam o alcance do assistente, indo muito além dos aplicativos onde ele já rodava.

A mudança mais chamativa é a chegada do Muse aos óculos inteligentes da Meta. Com isso, o agente passa a operar de forma contextual, respondendo a comandos de voz e interpretando o que o usuário vê através das lentes, em tempo real. A ideia é transformar o hardware vestível em um canal natural de interação com IA, sem depender do celular como intermediário.

Além da integração com os óculos, a empresa anunciou atualizações que tornam o Muse mais capaz em tarefas do cotidiano, como organização de agenda, respostas contextuais em conversas e execução de ações dentro do ecossistema Meta. O discurso de Zuckerberg reforçou que o Muse será o fio condutor entre os diferentes produtos da companhia, de redes sociais a dispositivos físicos.

A aposta ocorre em meio a um mercado cada vez mais disputado por assistentes de IA multiplataforma, com rivais como Google e OpenAI também expandindo seus agentes para hardware. Resta saber se a Meta conseguirá entregar uma experiência que justifique o investimento pesado no Muse, especialmente após controvérsias recentes sobre a origem do próprio agente.

Fonte original: TechCrunch AI

Redação Prompt Mídia

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